segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Conto Conti8o: #2-#3

#2/12
          Houve quem um dia escrevesse que não sabia se devia começar as suas memórias pelo princípio ou pelo fim. Também eu me questionei, enleado, se devia começar a minha narrativa pela verdade ou pela mentira, mesmo que por vezes estas pouco se distingam. Comecemos, então, pela mentira, a mais verdadeira das ficções. Dito isto, convém desde já relatar o momento crepuscular em que não cheguei realmente a conhecer a figura das próximas linhas. O seu nome? Aurora.
“Deusa do amanhecer, que pinta o céu de várias cores ténues, obriga-me a acordar do meu mundo de sonho para regressar à realidade!” Nunca lhe atribuí a devida importância, na medida em que, para mim, era, apenas, o nascimento de outro dia banal, recheado de reclamações por aquilo que não tenho, ambiciono ou desejo ser.
#2: Maria Magalhães + Catarina Pereira (8.º C)

- 1.º parágrafo (7 de outubro): Prof. Nuno Ricardo Ferreira
- 2.º parágrafo (7-12 de outubro): Maria Magalhães + Catarina Pereira (8.º C)
- 3.º parágrafo (13-19 de outubro): 8.º D
- 4.º parágrafo (20-26 de outubro): 8.º A
- 5.º parágrafo (27 de outubro-2 de novembro): 8.º B
- 6.º parágrafo (3-9 de novembro): 8.º C
- 7.º parágrafo (10-16 de novembro): 8.º D
- 8.º parágrafo (17-23 de novembro): 8.º A
- 9.º parágrafo (24-30 de novembro): 8.º B
- 10.º parágrafo (1-7 de dezembro): 8.º A-C
- 11.º parágrafo (8-14 de dezembro): 8.º B-D
- 12.º parágrafo (31 de dezembro): Prof.ª Raquel Almeida Silva

Caso pretendas participar, escreve o teu parágrafo (não muito extenso) na secção dos comentários, assinando com o teu nome e turma. Redige o teu texto com total rigor, nomeadamente ao nível da ortografia, pontuação e sintaxe.

Os textos serão publicados após moderação.

1 comentário:


  1. Contrariamente a Aurora eu vivia uma existência singular e egoísta, na qual teimava em cerrar os meus olhos, abafar o meu cérebro, para que desse modo me fosse possível ocultar os dois mundos opostos que me cercavam. Sim, esses mesmos, o Belo e o Ruim. Dois mundos bem à parte do meu, tão peculiar, tão insensível e tal como já o afirmei tão egoísta.

    Rodrigo Santiago Amaro Silva nº23 8ºD

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